sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Assim, espero estar seguindo teu conselho, seguir com a esperança d q nada piore, d q nada se perca, d q nada mude, mas q ao mesmo tempo nunca seja como um dia foi.
Escrevo sem parar, deixo os dedos baterem nas teclas, digito td q me vêm a mente, sem me preocupar com regras, gramática, concordância, afinal nada é regrado, gramaticado, ou possui alguma concordância em meu coração.
Não quero aprovação, tão pouco q leiam isso, quero desabafar, quero soltar o grito q eu sufoquei;
Quero te matar em palavras e te viver em pensamento. Quero inspiração, expressão. Quero você, vivo e morto pelo tempo, escrito e reescrito por um simples registro, moderno, simples e clichê. Assim como td q sai d sua boca, meio ilusão, meio verdade, meio susto, meio impulso, meio criativo, meio criação e total imaginação. Quem me disse pela primeira vez q matemática era exata? Quem continua mentindo q 1+1 é igual a dois?
te odeio, te odeio e te odeio.

Pois é.

Você é desprezível, em alguns momentos me trata tão bem q chego a duvidar d seu caráter e penso q talvez em vc tenha ocorrido alguma mudança;
Esperança é força demais, gaste de energia demais p/ eu pensar "talvez... quem sabe... nós?"
Já não caio mais nas suas palavrinhas e frases prontas, coisas que se bem escutadas soam como: "eu sei q vc gosta d escutar"; Não me deixo levar, já aceitei q vc foi invenção e idealização da minha cabeça e q td q resta d vc é a essência pura da estupidez e da babaquice, te odeio, te odeio e te odeio.
Mas por favor... tenta me convencer mais uma vez? Prometo q não choro dessa vez.
você é ridiculo, sem graça e feio. faz brincadeiras estúpidas, é egoísta e preguiçoso.
odeia ser gentil e sente q perdeu p/ alguém quando elogia algo.

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"Sou somente uma alma em tentação, Em rota de colisão. Deslocada, estranha e aqui presente." Lenine (fere e rente)