sábado, 18 de dezembro de 2010

"Quem depois de ter conquistado tudo o que queria, iria olhar para um garoto do segundo ano do ensino médio, rodado, péssimo aluno, com conceitos egoístas e babacas?
Ah sério, nina, você sempre fez o tipo intelectual, não se rebaixa mais, por favor.
Você é universitária agora, lembre-se disso."

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Caro B*

Estou lhe escrevendo essa carta para lhe comunicar sobre o estado das suas coisas. Sim, estou com uma blusa de lã azul e uma samba canção também azul. Devolverei de certo em nosso próximo encontro.
Receio te lembrar que também possue coisas minhas, e aviso que as quero de volta.
Gostaria de receber também pelo tempo em que trabalhei por seu bem estar. Isso inclue 45 tardes as quais as horas vc deve se lembrar.
Sobre a indenização, bom, não faço idéia de quanto vale um coração. Apenas tente não quebrar o de mais ninguém. E fique com ele quebrado, lembre-se que me pertence e conserve em local discreto. Na sua estante, sugiro.
Espero que você considere acertado as vezes em que perdi de você em nossos jogos, afinal, sempre ganhavas o que eu tinha de melhor.
Te desejo tudo de bom em seus novos projetos.
Adoro a formalidade com que temos nos tratado nas últimas semanas.
Um abraço, de quem supera.
N*

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Onde é que fica o sótão?

Sempre guardei o amor q eu tinha para dar em uma caixinha. Caixinha? Na verdade era um porão inteiro, cheio d caixas. Eu entrava lá todos os dias, esvaziava uma caixa a cada momento q passava com vc.
Não me preocupei se um dia estaria cheia d caixas vazias e poeira.
Vc também não se preocupou em encher minhas caixas, em trocar nossos amores.
Estavas precisando tanto das minhas caixas q em dois meses esvaziou todas elas e quando viu q teria q enchê-las com o q vc podia oferecer, se assustou. E me deixou entre garrafas.
E hoje, no fim, eu não consigo oferecer nem um pingo d amor. Só tenho garrafas d saudades.
Ninguém gosta d caixas vazias, muito menos garrafas cheias de saudades.
Terei d bebê-las todas sozinha.
E aí? Eu terei garrafas vazias apenas?

sábado, 6 de novembro de 2010

Por que nada faria sentido sem você


Se não fosse esse teu jeito d não tentar explicar nada, de relaxar quando se precisa correr e d fazer barulhinhos fofos no lugar d arrotos, talvez eu não te amasse tanto assim.
Jeffy, é simples, clichê, previsível e ao mesmo tempo lindo:
Não vivo sem vc e te amo.

sábado, 30 de outubro de 2010

Gostaria simplesmente d ignorar você, d não dar a mínima, de não ligar p/ nada do q vc faz ou deixa d fazer;
Gostaria d não ter saído ontem, de não ter namorado ninguém p/ t substituir, de ter tomado devidas precauções, de não estar preocupada. De não ter torcido o pé, de não ter perdido meu celular, de ainda pode contar td p/ minha mãe, de poder ser sincera com vc, sem medo d me machucar.
Você disse q eu não gosto mais tanto assim d vc, é mentira, só estou com medo de me machucar. De novo, pela terceira vez.
Estou vivendo com se não houvesse o amanhã, correto. Vestibular deixou d ser meu foco esse ano a partir d julho, minha vida espiritual só não está abandonada pq acredito em muita coisa, aliás deixo meu destino sempre a mercê do q der e vier, quero poder contar p/ minha mãe, quero voltar a ter uma relação legal com ela, mas pq é tão dificil ela me deixar quebrar a cara d vez em quando? pq ela sempre tem q me fazer trilhar o caminho mais chato para não correr riscos?

Juventude a flor da pele, sempre foi esse o nosso lema, né jeffy?
Desculpe ter t levado p/ aquele fim d mundo, d t prejudicar as vezes, mas eu estou sempre com vc, não é mesmo?
Estou em dívida com um monte d gente e um monte d gente está em dívida comigo, eu não me importo...
Quero um mundo melhor, pessoas honestas, quero vc honesto, quero vc falante sobre vc, adoro t escutar, adoro saber o q vc pensou mesmo quando são os pensamentos racistas, egoístas e babacas q vc sempre tem.
Tá tudo caminhando p/ trás, como eu disse um dia.

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Assim, espero estar seguindo teu conselho, seguir com a esperança d q nada piore, d q nada se perca, d q nada mude, mas q ao mesmo tempo nunca seja como um dia foi.
Escrevo sem parar, deixo os dedos baterem nas teclas, digito td q me vêm a mente, sem me preocupar com regras, gramática, concordância, afinal nada é regrado, gramaticado, ou possui alguma concordância em meu coração.
Não quero aprovação, tão pouco q leiam isso, quero desabafar, quero soltar o grito q eu sufoquei;
Quero te matar em palavras e te viver em pensamento. Quero inspiração, expressão. Quero você, vivo e morto pelo tempo, escrito e reescrito por um simples registro, moderno, simples e clichê. Assim como td q sai d sua boca, meio ilusão, meio verdade, meio susto, meio impulso, meio criativo, meio criação e total imaginação. Quem me disse pela primeira vez q matemática era exata? Quem continua mentindo q 1+1 é igual a dois?
te odeio, te odeio e te odeio.

Pois é.

Você é desprezível, em alguns momentos me trata tão bem q chego a duvidar d seu caráter e penso q talvez em vc tenha ocorrido alguma mudança;
Esperança é força demais, gaste de energia demais p/ eu pensar "talvez... quem sabe... nós?"
Já não caio mais nas suas palavrinhas e frases prontas, coisas que se bem escutadas soam como: "eu sei q vc gosta d escutar"; Não me deixo levar, já aceitei q vc foi invenção e idealização da minha cabeça e q td q resta d vc é a essência pura da estupidez e da babaquice, te odeio, te odeio e te odeio.
Mas por favor... tenta me convencer mais uma vez? Prometo q não choro dessa vez.
você é ridiculo, sem graça e feio. faz brincadeiras estúpidas, é egoísta e preguiçoso.
odeia ser gentil e sente q perdeu p/ alguém quando elogia algo.

sábado, 14 de agosto de 2010

.


Desejei tanto q vc tivesse mentido p/ mim e q eu fosse a única não saber de toda verdade, assim, quem sabe, eu sentisse desprezo por vc.
Procurei em todas as minhas memórias, um indício d q vc mentisse, não encontrei.
Achei nas minhas ações e em minhas mentiras para os outros coisas q vc costumava dizer, me assustei. Foi horrível pensar q quando alguém quer mentir diz o q vc disse p/ mim.
Mas, ao mesmo tempo em q indentifiquei exatas brincadeiras, exatos sorrisos, exatas ações, existem olhares, gestos e atitudes tuas q t tornavam tão verdadeiro, que nem mesmo na minha pior mentira pode ser indentificado. Você não mentiu, e o que sentia por mim foi mais forte do q eu pensei.
Agora eu te entendo.
Entendo q era grande, mas não o bastante.
Que era bom, mas não perfeito.
Foi belo e o belo extinguiu-se com o tempo.
Que sempre fora amor, mas durou tão pouco bela paixão.
Foi prazer momentâneo, foi susto, descoberta e inefável.
Mas foi.
Foi.
F o i.
F o
F
.

domingo, 8 de agosto de 2010

"Jeff é uma gota cristalina num oceano de ruídos;" ♥

"paranoia will write this world prayer"


Quando quero discutir ética és o primeiro a surgir em minha mente.
Quando falo de amor, cito suas frases.
Quando sonho, e sonho a noite inteira, sonho com o seu sorriso q nunca cheguei a ver.
Quando quero chorar, choro por sua morte.
Quero mudança no mundo, quero vc aqui.
Quero arte, quero tua voz, tua expressão, teus suspiros cheio d significados q por mim só são imaginados.
Teu hálito q talvez ninguém mais recorde, ou teus dedos talvez ninguém mais repare. Tuas roupas talvez nem existam mais, tua família talvez carregue a dor em silêncio...
Eu continuo gritando aos prantos, trancada no quarto, quando me dou conta de q td q é real ali é só o aparelho de som.
Procuro em suas fotos, seu olhar, uma brecha de demonstração d q estavas infeliz, de q talvez aquele rio agora seja teu refúgio eterno.
Ontem sonhei que me afundava tentando salvá-lo. Não nadava nem flutuava, afundava e me sentia bem d saber q bebestes daquelas águas, q teu corpo descansou ali por uns dias, e q foram aquelas águas q ouviram vc cantar talvez tua música predileta, minha com certeza.
Acordei com a sensação d não ter mais ar em meu corpo e me contentei por sentir por alguns momentos o q vc sentira e depois, chorei. Você já não sente mais nada. Ou será q sente?
O que importa é q te sinto tds os dias, e tenho certeza d que não é por um acaso q vc está lá sempre q preciso. Não é por um acaso q vc me toque desta maneira.
Tanta tristeza posso perceber em vc, ou será q imaginei td isso?
Tenho informações suas tão íntimas, que as vezes penso serem minhas, mas dias depois descubro q eram tuas... Confuso, eu sei. Mas você entende. Afinal, como podes me conhecer e compreender tudo tão bem, se já estavas morto muito antes de eu imaginar teu nome?
Platônico, nunca foi nem nunca será, eu chamo de paranóia.
wolf river, onde sua alma se abriga;

quarta-feira, 28 de julho de 2010

Ironic

Acima d td quero parecer segura das minhas escolhas. Antes de tudo quero ser eu mesma em todas as situações. Apesar de tudo, ainda daria tudo para dar certo. Querer td não é o bastante, tenho q lutar por td, reconquistar esse "td" q era meu e eu perdi.
Quebrei o salto, borrei o batom e me deixei molhar na chuva. Fiquei um caco, feito traste na porta da tua casa gritando mil desculpas, feito louca como sempre. Você não me deixou entrar, nem sequer deu sinal d sua existência, mas não importava, eu sabia q vc havia escutado, sinto quando vc me sente.
E sabe o pior d td?
Você sabe lidar comigo. Em qualquer situação.
........................

Seu hálito quente, suas mãos grandes, seus sorrisos e palavras tímidas... Por que eu resisto a isto? Por que? Eu sei q só me fazes bem, enquanto aquele só me faz mal.
Faço o mal por t contar q muitas vezes pensava nele, faço mal chorar lágrimas sem fim enquanto estou deitada na sua cama. Eu sei, mas não posso evitar. Ele me trata demasiadamente mal, do jeito q eu mereço.
Masoquismo? Não, só mais uma ironia dessas de amor.

segunda-feira, 19 de julho de 2010

Confio em vc.

Talvez o amor verdadeiro e duradouro q a maioria das mulheres procuram, não esteja naquele cara q faz vc perder a respiração ou tremer as pernas.
Talvez não seja com aquele cara q vc jura q é perfeito p/ vc, aonde cada cicatriz, pêlo ou mancha parece ter sido milimetricamente feita p/ a perfeição. Talvez vc acredite nele, ou queira acreditar, talvez vc tenha sido enganada por ele, talvez ele apenas não esteja preparado p/ vc... E nós mulheres, continuamos a chorar por tds eles q são perfeitos ao nosso ver, q poderiam ou proporcionaram lindos momentos, q não passam d momentos, e q mesmo assim continuamos a nos prender a eles. E pra quê? Gostamos de sofrer. Só pode ser essa a explicação.
E se vc escolhesse o cara q vc não é muito afim, mas q jura q se vc quiser ele, vc será a única? Aquele que jura t fazer feliz, aquele q t diz td isso olhando nos olhos, cujo tem um montão d coisas q t irritam, mas mesmo assim, ele é o q melhor poderia aparecer. Você sabe q vc é infeliz sozinha, q a felicidade q vc almeja está em outro q t sofrer e q esse cara fofo e querido q apareceu vc só vai machucar se aceitar. Mas pq não tentar? Não, não. Vc já sabe q não vai conseguir e q ele vai ser mais um q vai sair machucado disso td. Mas pq não combinar consigo mesma q talvez esse seja o amor duradouro e verdadeiro, aquele q não extrapola os sentimentos, aquele q vc sorri só d pensar q é uma boa companhia. Ele não te deixa louca, não t faz perder o controle dos sentidos, mas t mantém aquecida nas noites d frio, aquele q sempre vai estar lá e q com algum tempo vc desenvolve gratidão e aceita q talvez não seja assim o amor, não seja tão sofrido e sim sereno e belo. Com mais amizade do que paixão, com mais respeito, menos invasão. Afinal, já reparou q td amor arrebatador só é arrebatador e sem controle, inexplicável e lindo pq não se concretiza? Quem já viu apaixonados durarem mais do cinco anos? É isso.

domingo, 18 de julho de 2010

No more.

Com a chuva, com o vento, com uma garrafa. Lábios podem fazer loucuras. Mãos podem fazer atrocidades. E pq meu coração batia rápido, e me corpo não respondia por mim?
E pq eu não pude t dar o devido valor, namorado?
Te amo demais e descobri isso.
And no more girls, I promise.

segunda-feira, 28 de junho de 2010

Não me perco mais

Não me perco mais em seu olhar, vc deve ter reparado;
Suas palavras me geram dúvida, não mais confiança e confirmação;
Seus beijos, prazer momentâneo q não recordo mais com saudade, mas sim com lamentações, por ter deixado eles se prolongarem e se repetirem, simplesmente pq eu queria estar sonhando quando eu sabia, q no fundo um sonho, não passa d um sonho, e q a realidade q vem depois é BEM melhor do q aquela q planejei. Sem você, sem aflição e sem sofrimento.

segunda-feira, 21 de junho de 2010

i've still got me to cross your bridge in this storm

O sonho acabou. O pesadelo já se anunciou. As cortinas vão se abrir, e eu nem me lembro mais o q eu estou fazendo ali, já ouço a platéia sussurrar expectativas sobre o espetáculo, e eu... Eu busco em meio a escuridão o q eu deveria dizer, o q eu deveria ter aprendido com tudo isso?
As cortinas se abrem e o meu estômago lotado d borboletas. Me falta ar e eu digo em alto e bom som, com clareza, com a confiança q eu achei ter perdido por inteira:
"Apesar de você, amanhã há de ser outro dia"

sexta-feira, 18 de junho de 2010

Self Inflicted- Katy Perry

"I can't stop
Don't care if I lose
Baby you are the weapon I choose
These wounds are self inflicted
I'm going down in flames for you
Baby you are the weapon I choose
These wounds are self inflicted
One more thing I'm addicted too..."

tão eu, tão jimmy e jeffy.

domingo, 13 de junho de 2010

I love my holiday boy

E se eu acordar?

O sol se pôs sem q eu percebesse, corri p/ alcançar o ônibus, um galho me atingiu na testa em meio a tanta correria. Morar na zona rural de Florianópolis tem disso.
Subi no ônibus me sentindo bem, com a certeza d q a noite seria perfeita, q eu iria tomar uma heineken, conversar, fazer novos amigos, rir, dormir na jeffy e dpois estudar.
Eu fiz td isso mesmo, com um arranhão na testa, com os pés encharcados de poças de água e com os lábios trêmulos. Com o coração disparado e o rosto marcado d lágrimas. Tudo isso pq vc estava lá, pq foi falar comigo, pq me beijou.
Seu beijo continuava o mesmo, suas gentilezas continuavam me surpreendendo tanto q me deixavam sem ar... Justo vc q ninguém imagina q pode ser gentil. Eu tremia d frio e me agarrava aquele momento como se fosse o último. Talvez tenha sido, irei saber se foi amanhã, quando talvez eu t encontre, quando talvez vc me beije do modo antigo e me diga coisas q eu gosto d ouvir.
Espero q estejas usando minha pulseira, pq eu estou com sua jaqueta, e ela é a única prova q eu tenho d q td isso não foi um sonho.

sábado, 5 de junho de 2010

Como disse uma sábia amiga: "acho q vc se permite demais pensar nele".
não permitirei mais.
Talvez tudo q eu precise é de umas músicas legais, minhas amigas, filmes lindos e uma garrafa de Presidente. E tenho quase certeza, q depois disso, nem vou me lembrar do seu nome.

"...you know me, and I miss you now..."

Não saberia dizer por quanto tempo estive ali, sentada na areia, inteira molhada d chuva, com os lábios escurecendo, os dentes batendo de frio, simplesmente olhando o mar.
As vezes um gemido vinha e logo depois dele um grito desesperado e ai era impossivel segurar as lágrimas q escorriam. Eu enchia a mão d areia nesses momentos e chorava até cansar o peito, a voz e os olhos. E quando passava, voltava a olhar p/ o mar sem ter um único pensamento sequer sobre nada.
Permaneci assim, sozinha, só olhando e as vezes me desesperando, até q com muita raiva minhas pernas responderam e eu me lavantei, tomando o caminho d volta p/ casa. Uma caminhada q vc sempre considerou longa, eu a fiz entre tropeços e soluços, até em casa. O silêncio perdurava e eu precisava d um banho, mas d novo fiquei só sentada, olhando a torneira da pia pingar.
É tão bonita essa ausência de pensamento... Quando eu pensava em algo, sempre era vc e daí vinha o desespero...
Tomei meu banho, não me lembro quanto tempo demorei, só sei q depois não quis me vestir, fiquei d ropão, até minha mãe chegar e me contar q fora até sua casa. Ter uma notícia sua foi um alívio e depois uma raiva imensa.
Não parei d pensar q seria melhor se vc tivesse morrido.
Todo mundo sabe q quando se morre pelo menos se tem um motivo p/ lágrimas, enquanto vc, me fazia chorar d graça.

sexta-feira, 4 de junho de 2010

"I held my breath with my eyes closed"

No fim, é tudo sobre desejar.
Elisa deseja algo q não pode ter e isso a faz sentir-se mal. Desde pequena ouviu poucos nãos. Faziam td q podiam p/ vê-la sorrir. E quando diziam não, e ela se revoltava, ficava muito brava por alguns segundos e de repente via outra coisa q desejava bem mais e aquele desejo anterior se tornava tão pequeno q podia ser facilmente esquecido.

Agora, na adolescência, ela percebeu q não vão mais fazer d td p/ ela sorrir, q quem terá q fazer isso por ela é ela mesma.
E agora q é inevitável sorrir, o q fazer?

Quando ela amou pela primeira vez, viu q por mais q ele a quisesse feliz, ele não a queria por perto... É tão estranho quando os nosos desejos não batem com os dos outros.

Eles se amaram no quarto de hópedes a tarde inteira, e ela percebeu q a felicidade tinha forma d lençóis e cheiro d roupa limpa. E quando seus corações bateram juntos no mesmo ritmo ela teve certeza d q ele sentia o mesmo q ela. Foi seu primeiro engano, sua primeira falta d controle.

E quando ele foi embora, Elisa não sentia-se tão Elisa assim. Odiava-se por dentro e tinha vontade d quebrar-se em dez milhões de pedaços, ou quem sabe quebrar a cara dele.

E de repente, tudo fez sentindo, desejar não é o bastante. E o desejo é a causa d tds os seus problemas. A solução poderia ser não desejar, ou desejar outra coisa... Mas e agora?
Ela não quer desejar outra coisa;

domingo, 30 de maio de 2010

First day

O primeiro contato veio com o abraço inesperado e desejos d um ótimo ano novo. O segundo contato foi uma gentileza, da parte dele, por incrível q pareça. Ele nunca foi gentil, bem educado, com certeza, mas gentileza não faz seu tipo, prefere ser frio e fingir ser egoísta.
Ele emprestara o casaco, nem a conhecia, apenas sabia quem era, aonde mora e a viu durante alguns anos nos corredores do colégio, nada especial, ninguém muito importante, sabe como é.
O casaco serviria para os dois, pensara ela. O momento q ela se encontrara com ele, era tão sem pudor, ela estava tão satisfeita em ser como ela era, e estar do jeito q estava q não ligava em estar muito próxima d alguém, sabia q se não agradasse não teria problema, nunca é um problema nosso se o outro não gostou d vc.
O verão havia começado com tanta alegria e tranquilidade q o dia d amanhã era incerto e ela não via nenhum problema nisso. Se acostumara com o fato d não estar amando a ninguém e estava em processo d amar a si mesma.
Ele, o q ele pensou e qual seu estado d espírito naquela noite é quase impossível d saber. O olhar dele revela tudo, mas também não revela nada, tente olhar por meus olhos os dele e talvez um dia entenda o q ele deixou p/ se entender e o q ele deixou p/ se duvidar, até mesmo para saber q a verdade estava ali, e não foi imaginação minha. Eu vi aquela tal da cristalização, eu vi, eu vi acontecer. E vi através dos meus olhos p/ dentro dos dele. Eu senti seus dedos nos meus e ouvi sua respiração falhar, e senti seu coração bater e ouvi palavras q nunca mais ouso dizer. Agora, mesmo sendo tão real, como ter a certeza d q td não foi um sonho? A única coisa q restou foi uma samba canção azul, listrada. ♥

segunda-feira, 24 de maio de 2010

tpm

Os compromissos não parecem tão importantes agora, o frio continua presente, os risos tbm, os olhares continuam cheio d enigmas, os sorrisos com seus significados... E o choro? E o choro q não chega e se derrama totalmente? Por que pequenas parcelas d lágrimas? 6 vezes no débito? 6 vezes por semana por estar em débito com alguém;
Sempre quis mais. Sempre quis q vc se fosse por inteiro e ao mesmo tempo nunca quis t perder d mim, te esquecer, t encaixotar e jogá-lo num rio como coisas velhas. O tempo já t considera passado, e eu t considero ausente, ausente d minha vida, vivo apenas naquilo q eu faço força p/ esquecer e ao mesmo tempo p/ guardar com todo o carinho.

Assim, espero estar seguindo teu conselho, seguir com a esperança d q nada piore, d q nada se perca, d q nada mude, mas q ao mesmo tempo nunca seja como um dia foi.

domingo, 23 de maio de 2010

Vestibulanda

Paulina estava sem sono. Não queria comer demais p/ não engordar, nem chorar p/ não borrar a maquiagem, não queria desabafar p/ não parecer chata, nem ligar p/ ele p/ não parecer ridícula. Sorriso fake como seu perfil no orkut, lágrimas contidas e risadas forçadas, bebidas empurradas garganta abaixo, pq comemorar?
E se ela encontrá-lo no caminho de volta p/ casa, espera-se q esteja bem arrumada e q não pareça derrotada, nem q demonstre tristeza por ter sido rejeitada, espera-se q ela esteja perfeita, q sorria, seja simpática e q não fale do passado.
Como conter suspiros, olhares, beijos e confissões q se foram sem precisar ir?
Sem motivo algum, continua contendo esse sentimento q um dia irá transbordar e ninguém, nem ela mesma poderá fingir q não esta acontecendo nada. Tomara q transborde e ela chore as últimas lágrimas da ausência do final feliz, mas por favor, só depois d amanhã, pois amanhã temos prova de matemática.

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"Sou somente uma alma em tentação, Em rota de colisão. Deslocada, estranha e aqui presente." Lenine (fere e rente)