sábado, 16 de julho de 2011

E eu segurei seu rosto com minhas duas mãos, eu estava ofegante e você também. Eu olhei em seus olhos, nos olhamos por um mísero instante. Eu estava em cima de você, e podia sentir sua respiração rápida por todo meu corpo, aqule suspiro q pertencia a nós dois. Com todo amor que eu podia, transbordei. Meus olhos se encheram de lágrimas e meu corpo não repondia mais por mim. Soltei seu rosto e deixei que os movimentos me guiassem, você fechava os olhos e por vezes me encarava, parecia tão sereno, com sua testa franzinda. Apoiava as mão em seus ombros, e pensava"oh meu Deus, eu amo tanto ele". E Deus me entendia, e eu sabia disso, ele entendia que aquele ato em que eu me sentia toda sua, era algo divino, eu não me censurava em gemer, nem podia achar errado pensar em Deus naquele momento. E você só terminava quando eu dizia que podíamos parar, e eu odiava ter q dizer algo. Você cochilava em meu colo, ambos aninhados no sofá de seus pais, eu insegura que eles tivessem chego e ouvido algo. O orgulho de estar nos braços de alguém como você me mantinha ali e eu orava: "Deus, faça com que isso não acabe, não tão cedo". Juro que acreditei no "p/ sempre".

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"Sou somente uma alma em tentação, Em rota de colisão. Deslocada, estranha e aqui presente." Lenine (fere e rente)