domingo, 30 de maio de 2010

First day

O primeiro contato veio com o abraço inesperado e desejos d um ótimo ano novo. O segundo contato foi uma gentileza, da parte dele, por incrível q pareça. Ele nunca foi gentil, bem educado, com certeza, mas gentileza não faz seu tipo, prefere ser frio e fingir ser egoísta.
Ele emprestara o casaco, nem a conhecia, apenas sabia quem era, aonde mora e a viu durante alguns anos nos corredores do colégio, nada especial, ninguém muito importante, sabe como é.
O casaco serviria para os dois, pensara ela. O momento q ela se encontrara com ele, era tão sem pudor, ela estava tão satisfeita em ser como ela era, e estar do jeito q estava q não ligava em estar muito próxima d alguém, sabia q se não agradasse não teria problema, nunca é um problema nosso se o outro não gostou d vc.
O verão havia começado com tanta alegria e tranquilidade q o dia d amanhã era incerto e ela não via nenhum problema nisso. Se acostumara com o fato d não estar amando a ninguém e estava em processo d amar a si mesma.
Ele, o q ele pensou e qual seu estado d espírito naquela noite é quase impossível d saber. O olhar dele revela tudo, mas também não revela nada, tente olhar por meus olhos os dele e talvez um dia entenda o q ele deixou p/ se entender e o q ele deixou p/ se duvidar, até mesmo para saber q a verdade estava ali, e não foi imaginação minha. Eu vi aquela tal da cristalização, eu vi, eu vi acontecer. E vi através dos meus olhos p/ dentro dos dele. Eu senti seus dedos nos meus e ouvi sua respiração falhar, e senti seu coração bater e ouvi palavras q nunca mais ouso dizer. Agora, mesmo sendo tão real, como ter a certeza d q td não foi um sonho? A única coisa q restou foi uma samba canção azul, listrada. ♥

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"Sou somente uma alma em tentação, Em rota de colisão. Deslocada, estranha e aqui presente." Lenine (fere e rente)